segunda-feira, 17 de agosto de 2009
União
Têm sido tempos de tomada de consciência, um acordar lânguido e abençoado por novas vibrações energéticas, que de uma maneira graciosa e subtil, começaram a acariciar a vida neste meu cantinho... A libertação é uma presença e com ela, uma leveza concreta que se aproxima de mim. É a aurora da existência e de toda a sua magnifica totalidade, o poder de ser presente e nunca ausente daquilo que é verdadeiro. Uso o corpo no jogo da vida, como um dado rolando no tabuleiro das probabilidades. Aprendo a expressar aquilo que me preenche, através de um fluxo inteligível de pura energia de amor.
Eu sou essa energia, que se introduz no mundo tridimensional, e com isso elevar o padrão energético que somos, para que possamos entender, recordar...
Sinto o chamamento para reunir os seres de luz, colocá-los em contacto, ligá-los, fortalecer a ligação... para que possamos trabalhar em conjunto, sem fronteiras, sem medos, sem vergonha...
Assim, invoco a luz, o amor, para que me ajude a servir de elo de ligação entre esses seres, trabalhadores incógnitos, que percebem a beleza de todas as desigualdades, e com ela se levantem em auxilio de uma humanidade que se criou a ela própria dessa forma, no único regresso possível ao entendimento total. Pelo elevar da vibração energética... Pelo amor...
Eu sou essa energia, que se introduz no mundo tridimensional, e com isso elevar o padrão energético que somos, para que possamos entender, recordar...
Sinto o chamamento para reunir os seres de luz, colocá-los em contacto, ligá-los, fortalecer a ligação... para que possamos trabalhar em conjunto, sem fronteiras, sem medos, sem vergonha...
Assim, invoco a luz, o amor, para que me ajude a servir de elo de ligação entre esses seres, trabalhadores incógnitos, que percebem a beleza de todas as desigualdades, e com ela se levantem em auxilio de uma humanidade que se criou a ela própria dessa forma, no único regresso possível ao entendimento total. Pelo elevar da vibração energética... Pelo amor...
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
dar
Quando tocamos a essência e o elixir da existência começa a brotar, e já não podemos manter fechadas as comportas do nosso coração, ou entregamo-nos nas mãos da compaixão e damos asas ao verdadeiro altruísmo, ou simplesmente morremos sufocados pela incapacidade de simplesmente dar... A verdadeira vida só pode existir, se o único movimento for de dentro para fora, como um portal cujo o único sentido é o de saída... Não tem lógica que seja doutra maneira, pois o que temos para entregar a Deus, que não seja já parte dele? O que traz a dualidade de novo à eternidade? Nada, porque a primeira é já parte da segunda... O verdadeiro movimento também não vem acrescentar nada à vida, apenas vem libertá-la, dar-lhe uma segunda asa para voar, trazer o calor da primavera que derrete as neves do inverno, as primeiras chuvas de outono, que abatem o pó e alimentam as suas sementes... Uma dádiva do todo, para o todo...
E como pode esta dádiva ser percebida, no mundo dos sonhos? Não sei, apenas sei que tenho de deixar fluir... Por vezes a dor do ego faz-se presente, mas apenas a observo... Cresço com ela... Nada mais posso fazer... Apenas posso expressar a liberdade do silêncio...
E como pode esta dádiva ser percebida, no mundo dos sonhos? Não sei, apenas sei que tenho de deixar fluir... Por vezes a dor do ego faz-se presente, mas apenas a observo... Cresço com ela... Nada mais posso fazer... Apenas posso expressar a liberdade do silêncio...
Gota de água
Faltam-me as palavras, para expressar a pureza e magnitude do poder que existe em mim, pronto para ser expressado. Não são momentos soltos e abstractos, pelo que sinto a total impossibilidade em prender a essência dos mesmos, prolongando-se e tocando toda a vida, sem qualquer tipo de exclusão. Olho-me nos olhos, e vejo a existência deleitando-se nas águas do mar eterno. Quero mergulhar no seu vazio e ser devorado pela fonte que me alimenta. Não sou mais que uma gota de água, que no salpico matinal observa a sua própria vastidão. Celebro o êxtase da experiência em toda a sua magnitude, aceitando-a como uma dádiva de crescimento. No retorno ao berço materno, entrego-me com abertura e gratidão, pela oportunidade de me poder amar e vivenciar, não como uma separação, mas como a totalidade.
Esse amor é inato, e mostra-se como o florescimento espiritual da matéria, quando se abre uma brecha na dureza da mesma, e deixe transparecer a verdadeira essência da existência. Deixar esse amor inundar a nossa vida, criando uma ligação directa à fonte da vastidão. Deixar que essa água milagrosa amoleça a pedra e a transforme em barro, pronto a ser moldado pelas mãos da consciência. E que esse espaço seja cada vez maior, mais amplo, para que abrace tudo à nossa volta, e que lentamente vá mudando a consciência mundial e universal.
Esse amor é inato, e mostra-se como o florescimento espiritual da matéria, quando se abre uma brecha na dureza da mesma, e deixe transparecer a verdadeira essência da existência. Deixar esse amor inundar a nossa vida, criando uma ligação directa à fonte da vastidão. Deixar que essa água milagrosa amoleça a pedra e a transforme em barro, pronto a ser moldado pelas mãos da consciência. E que esse espaço seja cada vez maior, mais amplo, para que abrace tudo à nossa volta, e que lentamente vá mudando a consciência mundial e universal.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Consciência
"Isto aconteceu:
Havia um grande mestre, um mestre budista,Nagarjuna. Um ladrão foi ter com ele. O ladrão ficara fascinado com o mestre, pois nunca tinha visto uma pessoa tão bela, com uma graça tão infinita. Ele perguntou a Nagarjuna: Existe alguma possibilidade de eu também crescer? Mas há uma coisa que tenho que lhe dizer: sou um ladrão. E outra coisa: não posso abandonar a profissão, pelo que, por favor, não a torne uma condição. Faço qualquer coisa que disser, mas eu não consigo deixar de ser ladrão. É que já tentei muitas vezes - nunca resulta, por isso abri o jogo. Aceitei o meu destino, que vou ser um ladrão e permanecer um ladrão, pelo que não falemos disso. Que isso fique bem claro logo no principio.
Nagarjuna retorquiu: Por que tens medo? Quem é que vai falar sobre o facto de seres ladrão?
O ladrão disse: Mas sempre que eu vou ter com um monge, um padre ou um santo, eles dizem-me: Primeiro deixa de roubar.
Nagarjuna riu-se e perguntou: Então deves ter ido falar com ladrões, caso contrário, porquê? Qual é o motivo do seu interesse? Eu não estou interessado!
O ladrão ficou muito contente e disse: Então está bem. Parece-me que agora posso tornar-me um discípulo. Você é o mestre certo.
Nagarjuna aceitou-o e informou-o: Agora podes ir e fazer aquilo que te apetecer. Tens de respeitar apenas uma condição: estar ciente! Vai, assalta casas, entra, tira coisas, rouba; faz aquilo que te apetecer, isso não me interessa, não sou ladrão - mas fá-lo com total consciência.
Só que o ladrão não se apercebeu da armadilha em que estava a cair. Assentiu: Então está tudo certo. Tentarei. Três semanas depois, ele regressou e disse: Você é matreiro, pois se eu me torno ciente não consigo roubar. Se eu roubo a consciência desaparece. Estou num dilema.
Nagarjuna respondeu: Não quero mais conversas sobre o facto de seres ladrão e roubares. Não estou interessado; não sou ladrão. Agora, tu decides! Se queres a consciência, então decide. Se não a queres, então decide também.
O homem ripostou: Mas agora é difícil. Já experimentei um pouco e é tão bela - deixarei qualquer coisa, aquilo que você disser. Ainda na outra noite, pela primeira vez consegui entrar no palácio do rei. Abri o tesouro. Poderia ter-me tornado o homem mais rico do mundo - mas você seguia-me e tinha de estar ciente. Quando me tornei ciente, de repente - fiquei sem motivação, sem desejo. Quando me tornei ciente, os diamantes pareciam pedras, pedras vulgares. Quando perdi a consciência, o tesouro estava lá. E eu esperei e fiz isto muitas vezes. Ter-me-ia tornado ciente e fiquei como um buda, sem sequer poder tocar nele, porque tudo parecia ridículo, estúpido - somente pedras, o que estou eu a fazer? Estou a perder-me por causa de pedras? Mas então, eu, perderei a consciência, elas tornar-se-ão de novo belas, a ilusão total. E finalmente, decidi que elas não valiam a pena."
OSHO, em "Consciência: a chave para viver em equilíbrio"
Havia um grande mestre, um mestre budista,Nagarjuna. Um ladrão foi ter com ele. O ladrão ficara fascinado com o mestre, pois nunca tinha visto uma pessoa tão bela, com uma graça tão infinita. Ele perguntou a Nagarjuna: Existe alguma possibilidade de eu também crescer? Mas há uma coisa que tenho que lhe dizer: sou um ladrão. E outra coisa: não posso abandonar a profissão, pelo que, por favor, não a torne uma condição. Faço qualquer coisa que disser, mas eu não consigo deixar de ser ladrão. É que já tentei muitas vezes - nunca resulta, por isso abri o jogo. Aceitei o meu destino, que vou ser um ladrão e permanecer um ladrão, pelo que não falemos disso. Que isso fique bem claro logo no principio.
Nagarjuna retorquiu: Por que tens medo? Quem é que vai falar sobre o facto de seres ladrão?
O ladrão disse: Mas sempre que eu vou ter com um monge, um padre ou um santo, eles dizem-me: Primeiro deixa de roubar.
Nagarjuna riu-se e perguntou: Então deves ter ido falar com ladrões, caso contrário, porquê? Qual é o motivo do seu interesse? Eu não estou interessado!
O ladrão ficou muito contente e disse: Então está bem. Parece-me que agora posso tornar-me um discípulo. Você é o mestre certo.
Nagarjuna aceitou-o e informou-o: Agora podes ir e fazer aquilo que te apetecer. Tens de respeitar apenas uma condição: estar ciente! Vai, assalta casas, entra, tira coisas, rouba; faz aquilo que te apetecer, isso não me interessa, não sou ladrão - mas fá-lo com total consciência.
Só que o ladrão não se apercebeu da armadilha em que estava a cair. Assentiu: Então está tudo certo. Tentarei. Três semanas depois, ele regressou e disse: Você é matreiro, pois se eu me torno ciente não consigo roubar. Se eu roubo a consciência desaparece. Estou num dilema.
Nagarjuna respondeu: Não quero mais conversas sobre o facto de seres ladrão e roubares. Não estou interessado; não sou ladrão. Agora, tu decides! Se queres a consciência, então decide. Se não a queres, então decide também.
O homem ripostou: Mas agora é difícil. Já experimentei um pouco e é tão bela - deixarei qualquer coisa, aquilo que você disser. Ainda na outra noite, pela primeira vez consegui entrar no palácio do rei. Abri o tesouro. Poderia ter-me tornado o homem mais rico do mundo - mas você seguia-me e tinha de estar ciente. Quando me tornei ciente, de repente - fiquei sem motivação, sem desejo. Quando me tornei ciente, os diamantes pareciam pedras, pedras vulgares. Quando perdi a consciência, o tesouro estava lá. E eu esperei e fiz isto muitas vezes. Ter-me-ia tornado ciente e fiquei como um buda, sem sequer poder tocar nele, porque tudo parecia ridículo, estúpido - somente pedras, o que estou eu a fazer? Estou a perder-me por causa de pedras? Mas então, eu, perderei a consciência, elas tornar-se-ão de novo belas, a ilusão total. E finalmente, decidi que elas não valiam a pena."
OSHO, em "Consciência: a chave para viver em equilíbrio"
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Nascimento
Consideramos o nascimento o acontecimento mais nobre de toda a nossa vida. Que satisfeitos ficamos por , enquanto pais, podermos trazer a este mundo um novo ser, e podermos guiá-lo nos seus primeiros passos nesta nova realidade. Damos-lhe as boas vindas, através do êxtase que sentimos a cada novo gesto, a cada novo som, a cada novo despertar.
Que linda esta oportunidade que nos foi concedida, de sermos os anfitriões de uma nova chegada a este mundo, de podermos ajudar na adaptação e organização de mais uma vida surgida, de mais uma alma reencarnada. Nascemos frágeis e desprotegidos, pelo que necessitamos de ajuda nos primeiros anos de vida...
Ajuda... no desenvolvimento de todas as nossas potencialidades que são inatas da existência, em sermos nós próprios, sem rodeios, para podermos inundar a vida com o perfume que transborda de nós.
Não que nos tenham que ensinar nada, pois simplesmente não existe nada para ensinar, não que nos tenham que guiar, pois não existe destino nenhum, não que nos tenham que controlar através de regras e leis, pois o ser consciente, impregna todos os nossos actos com uma forma de graciosidade, de forma que tudo o que faremos estará certo ( não num contexto de certo ou errado, pois o que é certo hoje, pode estar errado amanhã).
Apenas que nos apresentem a vida, permitindo que ela faça parte de nós! Aceitando-a e experienciando-a em todas as formas que ela se apresente. Sem valores pré-concebidos, sem doutrinas, sem verdades, sem mentiras.
Permitir que a vida se molde a nós, e juntos possamos crescer em harmonia, em amor...
Sermos pais, não é possuir, não é controlar, não é agarrar...
É proteger nos primeiros anos de vida, mas é sobretudo liberdade, permitir criar asas, soltar...
Apenas assim permitiremos aos "nossos" filhos a experiência da vida em todo o seu esplendor...
Por mais que isso nos custe a perceber...
Que linda esta oportunidade que nos foi concedida, de sermos os anfitriões de uma nova chegada a este mundo, de podermos ajudar na adaptação e organização de mais uma vida surgida, de mais uma alma reencarnada. Nascemos frágeis e desprotegidos, pelo que necessitamos de ajuda nos primeiros anos de vida...
Ajuda... no desenvolvimento de todas as nossas potencialidades que são inatas da existência, em sermos nós próprios, sem rodeios, para podermos inundar a vida com o perfume que transborda de nós.
Não que nos tenham que ensinar nada, pois simplesmente não existe nada para ensinar, não que nos tenham que guiar, pois não existe destino nenhum, não que nos tenham que controlar através de regras e leis, pois o ser consciente, impregna todos os nossos actos com uma forma de graciosidade, de forma que tudo o que faremos estará certo ( não num contexto de certo ou errado, pois o que é certo hoje, pode estar errado amanhã).
Apenas que nos apresentem a vida, permitindo que ela faça parte de nós! Aceitando-a e experienciando-a em todas as formas que ela se apresente. Sem valores pré-concebidos, sem doutrinas, sem verdades, sem mentiras.
Permitir que a vida se molde a nós, e juntos possamos crescer em harmonia, em amor...
Sermos pais, não é possuir, não é controlar, não é agarrar...
É proteger nos primeiros anos de vida, mas é sobretudo liberdade, permitir criar asas, soltar...
Apenas assim permitiremos aos "nossos" filhos a experiência da vida em todo o seu esplendor...
Por mais que isso nos custe a perceber...
terça-feira, 21 de julho de 2009
Mas o barulho é tanto...
Que barreiras são estas que me impedem de crescer, me limitam o movimento e contêm a explosão. Apenas as consigo vislumbrar, mas nunca lhes tocar, pois escapam-se entre os dedos, como as ondas do mar...
O ruído retrai-me e o movimento impede-me de parar, sempre à espera de uma oportunidade para me fazer andar.
É como se o mundo gritasse de sofrimento, sem o que o queiramos perceber, apenas nos deslumbrando com aparências e tudo o que reluz.
A minha tendência é o silêncio, o refúgio, pois apenas nesse momento sinto o bater do coração. É o silêncio eterno e toda a sua solidão, onde a luz de uma vela revela a união.
Mas como consigo juntar ambos os lados da moeda?
Como misturar o fundo pacifico do oceano, com a turbulência da superfície?
Como unir o centro e a periferia do tornado?
Percebo que um não pode existir sem o outro, que apenas fazem sentido como o todo...
Mas como custa fazer essa ligação, apesar de apenas assim podermos experienciar a existência na sua totalidade!! O ponto de equilíbrio, a sustentação... Como é tão fácil na natureza e tão difícil em nós... Ou talvez não!
Como aqui chegá-mos??
Como voltamos para trás??
Como dissipamos as nuvens que nos preenchem o céu azul??
A chave está sem dúvida na individualidade e no seu equilíbrio consciente. No conseguirmos desidêntificarmo-nos com aquilo que nos foi ensinado como a mais pura das verdades e conseguirmos olhar para trás do pano, do ecrã...
Toda a transformação começa por aí! Depois virá tudo o resto, pois não será possível a sobrevivência de um sistema montado sobre o desequilíbrio e separação do indivisível... Pura ilusão que nos rege a vida...
Pura estupidez a nossa de olharmos sempre para o lado e deixarmos que nos impinjam sistemas de crenças que apenas servem para nos controlar...
E como é forte esse vórtice, chupando a vida para o seu ventre...
Temos que estar conscientes a cada momento... Simples testemunho... Não existe outra forma...
Mas o barulho é tanto...
O ruído retrai-me e o movimento impede-me de parar, sempre à espera de uma oportunidade para me fazer andar.
É como se o mundo gritasse de sofrimento, sem o que o queiramos perceber, apenas nos deslumbrando com aparências e tudo o que reluz.
A minha tendência é o silêncio, o refúgio, pois apenas nesse momento sinto o bater do coração. É o silêncio eterno e toda a sua solidão, onde a luz de uma vela revela a união.
Mas como consigo juntar ambos os lados da moeda?
Como misturar o fundo pacifico do oceano, com a turbulência da superfície?
Como unir o centro e a periferia do tornado?
Percebo que um não pode existir sem o outro, que apenas fazem sentido como o todo...
Mas como custa fazer essa ligação, apesar de apenas assim podermos experienciar a existência na sua totalidade!! O ponto de equilíbrio, a sustentação... Como é tão fácil na natureza e tão difícil em nós... Ou talvez não!
Como aqui chegá-mos??
Como voltamos para trás??
Como dissipamos as nuvens que nos preenchem o céu azul??
A chave está sem dúvida na individualidade e no seu equilíbrio consciente. No conseguirmos desidêntificarmo-nos com aquilo que nos foi ensinado como a mais pura das verdades e conseguirmos olhar para trás do pano, do ecrã...
Toda a transformação começa por aí! Depois virá tudo o resto, pois não será possível a sobrevivência de um sistema montado sobre o desequilíbrio e separação do indivisível... Pura ilusão que nos rege a vida...
Pura estupidez a nossa de olharmos sempre para o lado e deixarmos que nos impinjam sistemas de crenças que apenas servem para nos controlar...
E como é forte esse vórtice, chupando a vida para o seu ventre...
Temos que estar conscientes a cada momento... Simples testemunho... Não existe outra forma...
Mas o barulho é tanto...
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